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Apostila "Geoestatística básica e aplicada"

Hoje disponibilizarei uma apostila sobre geoestatística. O autor é o Professor Dr. Ednaldo Carvalho Guimarães do Núcleo de Estudos Estatísticos e Biométrico da Faculdade de Matemática, Universidade Federal de Uberlândia. Este ebook é de 2004 e vale a leitura. O título da obra é "Geoestatística básica e aplicada".


Neste ebook serão abordados aspectos básicos da metodologia geoestatística para a análise espacial  de  dados, com ênfase  na análise do semivariograma como ferramenta de determinação da dependência espacial. 
"Inicialmente  serão  abordados  aspectos  básicos  de  uma análise exploratória  de dados;  em  seguida  serão introduzidos  conceitos  básicos  da  geoestatística  e  da análise  da dependência  espacial  por  meio  de  semivariograma  e  também  de  interpolação  utilizando  a metodologia da krigagem e, por fim serão abordados conceitos básicos de semivariogramas cruzados e co-krigagem.  Sempre que possível  os tópicos serão acompanhados de exemplos de aplicação". (Prof Ednaldo Carvalho Guimarães)
Abaixo o sumário da apostila:

1. INTRODUÇÃO
2.  ANÁLISE EXPLORATÓRIA DE DADOS
     2.1.  Distribuição  de  freqüências  e  histograma
     2.2.  As  estatísticas
     2.3.  Outras  análises  descritivas
     2.4. Amostragem
     2.5. Exemplos de análise exploratória aplicando o programa GS+
3. PRINCÍPIOS DA ANÁLISE GEOESTATÍSTICA
     3.1.  Um breve  histórico
     3.2.  Estacionaridade
     3.3.  Krigagem universal
4.  ANÁLISE DA DEPENDÊNCIA ESPACIAL
     4.1.  Autocorrelação  e  Autocorrelograma
     4.2.  Semivariograma
     4.3. O uso do software GS+ na determinação do semivariograma
     4.4.  Exemplos  de  aplicação
5.  KRIGAGEM
     5.1.  O interpolador
     5.2.  A krigagem no  programa  GS+
6. SEMIVARIOGRAMA CRUZADO E COKRIGAGEM
     6.1.  Semivariograma  cruzado
     6.2.  Co-krigagem
     6.3.  Variância  da  estimativa
     6.4.  Número de vizinhos  das  estimativas
    6.5. O uso do programa GS+ na determinação do semivariograma cruzado, da co-krigagem e no mapeamento da variável
     6.6.  Exemplos  de aplicação no GS+
7. VALIDAÇÃO DE MODELOS DE SEMIVARIOGRAMAS
8.  BIBLIOGRAFIA RECOMENDADADA

Capa do apostila Geoestatística básica e aplicada
Encontrei o livro na biblioteca do "ebah" e, por isso, decidi colocá-lo em meu servidor em nuvem. Segue para download neste link, clique aqui.

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E-Foto: software livre para fotogrametria digital

Fazendo buscas sobre material de fotogrametria, encontrei o site do projeto E-Foto, da Faculdade de Engenharia da UERJ. Este projeto é coordenado pelo Professor Jorge Luís N. S. Brito, que atualmente é professor da Instituição. Abaixo o texto extraído da página deste projeto:

Logo do projeto E-Foto

O software, desde a versão lançada em 23 de Maio de 2012, dispõe de funcionalidades fotogramétricas que possibilitam o desenvolvimento de trabalhos e projetosprofissionais de elaboração de mapeamento topográfico 3D a partir de imagens aerofotogramétricas, tanto a partir de imagens obtidas por câmaras de filme, quanto por sensores digitais aerotransportados.
"Trata-se de uma iniciativa acadêmica de desenvolvimento de software livre para Fotogrametria Digital. O projeto E-Foto desenvolve-se no Laboratório de Fotogrametria da Faculdade de Engenharia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, desde 2004."
O Projeto E-Foto viabiliza aos interessados em Fotogrametria, em particular aos estudantes dessa disciplina, o conhecimento dos princípios intrínsecos à Fotogrametria através do acesso à uma Estação Fotogramétrica Digital, quebrando as barreiras de custo inevitavelmente associadas a essa empreitada.

Objetivo do Projeto E-Foto

O objetivo do projeto E-Foto é disponibilizar uma solução de software para implementação de uma estação fotogramétrica digital educacional em ambiente de software livre (e-foto). 

A idéia básica é que o e-foto, possa ser executado tanto em ambiente Linux, quanto em MacOS ou Windows, com um mínimo de requisitos de hardware, com o grande diferencial de poder ser executado em máquinas de arquitetura simples (não necessariamente os computadores de última geração) e de permitir a visão tridimensional ou estereoscópica através de um par de óculos em anaglifo, facilmente adquirível pela internet.

>> Acesse a página do projeto E-Foto: http://www.efoto.eng.uerj.br/ <<

Os seguintes conteúdos estão disponíveis na página:

1. As sucessivas versões do software E-Foto, para download. Em se tratando de um software livre, encontram-se disponíveis tanto os módulos executáveis (Linux, MacOS e Windows), quanto o código-fonte;
3. As estatísticas de acesso ao site, dando um panorama da comunidade visitante;
4. Os tutoriais do software e-foto, nas versões pdf e vídeo;
5. O livro "Fotogrametria Digital", em formato pdf, também disponível para “download”;
6. Os artigos técnico-científicos e Trabalhos Acadêmicos relacionados ao Projeto, como dissertações e monografias.
7. Canal de comunicação para comentários, críticas ou sugestões através do fórum.

Abaixo o vídeo de lançamento do projeto E-foto.

 Vídeo de lançamento do projeto E-Foto

Parabéns a equipe do Professor Jorge Luís N.S. Brito. Bela iniciativa!



Simulador referencial de preços de serviços de agrimensura

Participo de alguns grupos em rede sociais e percebo que muitos profissionais, do ramo da topografia e agrimensura, principalmente, discutem valor a ser cobrado por determinados serviços, custo de hora/trabalho, etc... e com certa razão, visto a gama de variáveis em nosso vasto território.


É uma discussão polêmica e não pretendo entrar neste mérito de quanto deve ser cobrado. Para ajudar aos profissionais desta área, a Revista Amiranet publicou em site o Simulador referencial de preços de serviços de agrimensura (clique aqui), que nada mais é que uma tabela de preço discriminada por serviços.


Esta tabela tem como parâmetro o estado de São Paulo e foi:
"Preparada pela AETESP (Associação das Empresas de Topografia do Estado de São Paulo) e APEAESP (Associação dos Profissionais de Engenharia Agrimensura do Estado de São Paulo), de acordo com a NBR 13.133/94 Execução de Levantamentos Topográficos e registrada na Câmara de Engenharia de agrimensura do CREA - SP" (Revista Amiranet)
A NBR 13.133/94 é a norma que trata sobre a "Execução de Levantamentos Topográficos". O texto está disponível nesta biblioteca online, do Centro Universitário São Carlos (clique aqui)


Considero o simulador referencial de preços de serviços de agrimensura uma boa fonte de consulta para tomar como base, adaptando para realidade de capa profissional.

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Participe do censo de usuários de QGIS no Brasil

Onde e como está sendo usado o QGIS Brasil?

A comunidade de usuários do QGIS Brasil acaba de completar 4 anos de existência e já conta com mais de 1000 usuários em um grupo de discussão. Além do grupo de discussão existe o do blog da comunidade QGIS Brasil com um grande acervo de material sobre o QGIS, e as comunidades no Google+ e Facebook com usuários ativos que estão sempre tirando dúvidas e postando tutoriais sobre o QGIS.

Foto extraída do blog QGIS Brasil
Censo de usuários QGIS Brasil: 

O Censo QGIS Brasil tem como objetivo saber quem são os usuários do QGIS no Brasil. Os dados obtidos servirão de base para um mapeamento da rede nacional de usuários QGIS. Esse mapeamento visa atender melhor as demandas da comunidade e o planejamento de futuros eventos nacionais e/ou regionais do QGIS.

Os dados coletados* serão disponibilizados periodicamente à comunidade. Esses dados poderão ser utilizados para subsidiar pesquisas e publicações sobre o uso do software no Brasil.
* Dados pessoais, como nome e e-mail, não serão disponibilizados mantendo a privacidade dos usuários cadastrados.
Para participar do censo de usuários do QGIS Brasil é muito simples. Clique no botão a baixo e preencha as informações solicitadas no formulário de contato.


O procedimento completo dura menos de 5 minutos. Não perca tempo e contribua na construção do mapa dos usuários QGIS no Brasil.   

Aproveite e colabore com o QGIS

Você pode colaborar com o QGIS de diversas formas, confira todas as formas de colaborar com o QGIS. Atualmente estamos organizando um mutirão para a tradução de todo material oficial do QGIS 2.4 para português do Brasil.

Você pode colaborar na tradução (inglês – português), na revisão do material já traduzido ou do material que foi aproveitado da tradução realizada por nossos colegas de Portugal. Ou seja, não é preciso dominar o inglês para deixar sua contribuição no processo de tradução do QGIS. Veja como participar do mutirão de tradução do QGIS para português.

Fonte:
Texto extraído do Blog QGIS Brasil: http://qgisbrasil.wordpress.com/

O WebGIS no processo de ensino-aprendizagem do espaço geográfico

Saudações caros colegas.

Neste post vamos prosseguir com a análise de produtos cartográficos que podem ser aplicados no ensino do espaço geográfico. Em outro momento discutimos o uso de atlas digitais, os jogos interativos digitais e agora falaremos um pouco do uso do WebGIS como ferramenta viável e eficaz para a explicação dos lugares. Espero que gostem da postagem...

A partir dos anos 80, a forma tradicional de ensinar geografia começou a ser questionada por alguns educadores. O que se argumentava é que quando os professores se limitam a descrever as paisagens naturais e a pedir aos alunos que decorem os elementos que as formam, eles não fornecem o suporte necessário para que os alunos sejam capazes de entender as transformações no mundo em que vivem e possam formular suas próprias considerações.

É papel da geografia e da cartografia, por exemplo, tornar o mundo mais compreensível para os alunos, pois, nos dias de hoje, não faz sentido apresentar uma descrição estática e mecânica de fatos e acontecimentos. Torna-se necessário mostrar que o mundo globalizado é dinâmico e passível de transformações a todo momento.

Nesse sentido, é importante observar que em todo o processo de ensino-aprendizagem o educador deve se utilizar de instrumentos que lhe auxiliem em sua prática docente e que são estratégicos para o ensino e como formas estimulantes de avaliação, com a finalidade de promover a aprendizagem.
Assim, analisaremos alguns Sistemas de Informações Geográficas (SIG) na Web (internet), isto é SIGWeb, ou WebGIS (na tradução para o inglês), que estão disponíveis na internet e que podem ser utilizados para a elaboração e manipulação de mapas, com o objetivo de dinamizar as aulas e instigar a discussão com os alunos sobre o espaço geográfico que os circunda.

O Mapa e o WebGIS

O mapa deve ser entendido como um modelo de comunicação visual, que é utilizado cotidianamente não somente por estudiosos, mas também por leigos, em várias atividades (trabalho, viagens, localização de imóveis, consultas em seus roteiros, etc) (ALMEIDA; PASSINI, 2002). Sendo que, o uso de mapas e outros produtos cartográficos ficou mais comum nos últimos anos, devido, principalmente, com o desenvolvimento da informática, internet e softwares especializados na manipulação de informações geográficas. Para Moura (2008, p. 08), o uso de programas de cartografia
(...) pode melhorar a aprendizagem, pois permite que as aulas possam ir muito além da descrição e explicação da organização espacial. Os alunos podem ver o espaço onde vivem ou que está sendo estudado e observar sua organização, compreender a formação das paisagens, relacionar duas ou mais paisagens a partir de critérios estabelecidos com o professor.
Essas ferramentas devem ser utilizadas como mais um mecanismo de apoio às aulas dos professores, não somente de geografia, mas também de outras disciplinas, pois no atual momento em que vivemos, torna-se complexo ensinar sobre os objetos e fenômenos que se processam nos espaço geográfico sem recorrer a outras ciências. A forma interdisciplinar de se ensinar mostra-se como uma alternativa viável para se explicar o mundo, uma vez que os alunos estão acessíveis a novas experiências que não envolvem somente um tipo de conhecimento.

Dessa forma, a internet pode ser considerada, nos dias de hoje, como uma das mais práticas maneiras de se disseminar o conhecimento e se alcançar lugares inacessíveis, de forma presencial, para vários usuários que estão distantes do local do disseminador da ideia, conceito, objeto ou novidade (SANTANA, 2009). Não é diferente com a divulgação de mapas e outros produtos cartográficos, que ficaram mais acessíveis com a disponibilização na web.

O WebGIS, por si mesmo, surge com essa ideia, inerente ao conceito de internet, de disseminar a informação pelo planeta, pois, com o processo de globalização, e com acesso crescente de usuários da internet, a quantidade de informações geradas diariamente se tornou muito grande, visto que é inviável a um provedor (que armazena grande quantidade de informações on-line) armazenar todas as informações de um site em apenas um computador.

Desse modo, as opções de armazenamento de dados e arquivos, geográficos ou não, também ficaram variadas, pois existem sites que tem seus dados e informações – cartográficos ou não, armazenados não somente no computador do usuário, mas em fontes de armazenamento localizadas em outros lugares (o chamado “armazenamento em nuvem”), onde, dependendo da velocidade de processamento do computador, o acesso “fragmentado” à informação, disponibilizada em diferentes banco de dados, torna mais ágil a consulta ou download do usuário.

A figura 1 demonstra essa realidade implícita da web, onde um usuário no Brasil pode acessar informações armazenadas em bases de dados localizadas em outros países.
Figura 1: Figura do usuário e diversos computadores pelo mundo. Fonte: Organizado pelo autor
No caso da elaboração de mapas na internet as formas de armazenamento também funcionam conforme esse modelo. Contudo, a diferença principal dos WebGIS para outros sites comerciais/pessoais, é de que os primeiros são especializados na elaboração e disponibilização de produtos cartográficos ou da informação geográfica no formato vetorial e matricial.

Nesse caso, são chamados de WebGIS aqueles sites especializados no armazenamento, produção, manipulação e disseminação do produto cartográfico, como os chamados “mapas inteligentes”, em que o usuário elabora seu mapa customizado sem dificuldades (SCHIMIGUEL et al, 2004). Todavia, não são WebGIS aqueles sites que se dedicam somente ao download de dados cartográficos (vetoriais e matriciais), mas sim aqueles em que o usuário pode selecionar, manipular e gerar novas informações espaciais, como acontece em um Sistema de Informações Geográficas, instalado em computadores pessoais.

Em se tratando de definição Schimiguel et al (2004, p. 114-115) define o SigWeb, ou WebGis, da seguinte forma:
(...) como um sistema que pode permitir a visualização e consulta a dados geográficos através da Web (...) é um sistema de software (comercial ou acadêmico) que permite a criação de aplicações SIG Web. Uma aplicação SIG Web tem por característica permitir disponibilizar visualizações de informação geográfica, podendo possibilitar alguns tipos de interação com mapas, como zoom, pan, ou consultas diversas. (...) Do ponto de vista de implementação, provê acesso para bancos de dados espaciais e permite a usuários visualizar, consultar, recuperar e modificar mapas on-line.
Já Cosme (2012, p. 19), informa que os WebGIS são:
(...) soluções que permitem o acesso aos dados espaciais e alguma análise espacial simples. Possuem interfaces muito intuitivas que facilitam a sua utilização e ferramenta de produção rápida e direta de mapas. O acesso é feito remotamente a servidores que possuem a informação. São exemplos: o Google Earth, o Live Maps, o GeoSapo, apenas para citar alguns. Alguns destes servem objetivos muito simples, como a apresentação de espaços e seus pontos notáveis, fundamentais para o quotidiano dos seus habitantes.
Assim, com a criação dos WebGIS surge a possibilidade de confecção customizada de mapas, com divulgação agilizada dos produtos cartográficos elaborados em um “domínio público” – a internet. Sendo que, além de possibilitar ao usuário a elaboração de mapas padronizados, essa tecnologia WebGis possibilita ao elaborador agregar outros recursos, indisponíveis aos mapas em papel, como por exemplo, animações, musicas, hipertextos, etc. 
Ou como diz Santana (2009, p. 94) 
“os sistemas de informação geográfica, a multimídia e a internet permitiram uma cartografia interativa que permite que o usuário “converse” não mais com o cartógrafo, mas sim com o mapa”.

Análise de WebGIS para o Ensino

Nesse momento faremos uma análise de alguns WebGIS disponíveis na internet, onde qualquer usuário poderá utilizá-los para elaborar seus próprios mapas. Contudo, em alguns sites a elaboração desses “mapas inteligentes” tem limitações de acordo com o tipo de usuário, pois, para manter algumas informações em sigilo, os sites se utilizam de restrições, seguindo uma hierarquia de usuários, baseada em usuários avançados, intermediários e comuns, em que somente o primeiro poderá fazer modificações na estrutura do site.

Outra informação importante diz respeito às séries – e níveis cognitivos, em que os mapas gerados poderão ser utilizados, pois esse nível de ensino fica a critério do educador, que deverá, também, elaborar seus mapas de forma adequada ao nível cognitivo e de ensino que sua plateia estará situada. Desse modo, não podemos dizer qual mapa é bom para quem, pois dependerá do grau de dificuldade que o elaborador engendrará aos seus mapas.

Na figura 2 – A, observamos, inicialmente, o site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, que é direcionado à informação do visitante sobre as características gerais dos países do Globo. Nesse WebGIS, o educador poderá gerar, além de um mapa adequado para trabalhar em sala (apoiado no livro didático ou outras ferramentas), textos e formas gráficas que o auxiliarão na aula que será explicada.

Por exemplo, ao se selecionar o país BRASIL, o usuário terá informações como: localização, capital, extensão territorial, idioma, população total em 2010, total do PIB em 2009, moeda e bandeira, que poderão ser salvadas no computador em formato de tabela e, posteriormente, agregadas e relacionadas com informações de outros países.

Figura 2: A - Mapa Mundi Interativo On-line – IBGE. B - Painel do Censo 2010 – Aplicativo WEB. Fonte: A - http://www.ibge.gov.br/paisesat / B - http://www.censo2010.ibge.gov.br
Na figura 2 – B, no site do Censo 2010 Interativo, é possível ao educador elaborar mapas baseado nos dados do censo de 2010 do Brasil, com a possibilidade de geração e manipulação de legendas sobre o tema que está sendo pesquisado. Sendo possibilitado o relacionamento e cruzamento de informações espacializadas de vários estados de uma única vez.

Nesta ferramenta é possível também a análise por setor censitário, onde o usuário poderá verificar a situação de sua cidade, de forma especificada, com a opção de download e de visualização da imagem de sensor remoto como fundo do mapa, além da geração de gráficos que auxiliarão o usuário no entendimento final.

Esse WebGIS permite ao usuário “brincar” com a complexidade dos temas que estão envolvidos no censo, pois a variedade de temas e de possibilidades de cruzamento é muito significativo, e a possibilidade de tornar o mapa cada vez mais complexo também é maior. Diferente do WebGIS anterior – com dados planetários, esse site tem a abrangência regional/nacional e local/município/setor censitário do Brasil que, ao ser conectado às informações geradas com o primeiro site, disponibilizam ao educador a opção de tornar suas aulas com mapas mais dinâmicas e interativas.

As figuras 3 – A e B são as telas de apresentação dos sites do Ministério das Cidades (Geosnic) e do Ministério do Meio Ambiente (I3Geo), do Governo brasileiro. Esses dois WebGIS estão a disposição dos usuários para elaboração de mapas e download de arquivos vetoriais (geometrias e atributos) em formato de tabelas e shapefiles (formato vetorial), que podem ser utilizados em outros softwares de geoprocessamento (QGIS, Terraview, Kosmo, Spring, gvSig, etc), que também estão disponíveis na internet. A abrangência de ambas as ferramentas limitam-se na abordagem nacional e/ou regional do território brasileiro, com a apresentação de informações gerais e temáticas por região, estado e municípios.

Figura 3: A - Sistema Nacional de Informações das Cidades – GEOSNIC.  B – site I3Geo – MMA. Fonte: A - http://geosnic.cidades.gov.br  / B - http://mapas.mma.gov.br/i3geo
A visualização desses dois aplicativos mostra uma tendência que poderá vir a ser uma tendência nos próximos anos, que é da disponibilização de informações públicas por meio da criação de WebGIS governamentais, que pode funcionar no monitoramento e execução de projetos e políticas públicas, como  é o caso do Geosnic, ou no monitoramento de informações ambientais, como aparece no I3Geo.

É interessante ver que os visuais desses sites seguem um “padrão” quando se considera as ferramentas de manuseio do mapa, como por exemplo, os ícones de zoom in e zoom out, a ferramenta de “arrastar o mapa” (em alguns aplicativos é conhecida como cursor de pan), localizar, etc, que são similares e que facilitam o entendimento do usuário, independente do grau de conhecimento em informática. Para o educador essas ferramentas podem ser de extrema importância para o incremento de sua didática, vistas como um estímulo à aprendizagem dos assuntos relacionados com o território brasileiro.

As figura 4 – A e – B, diferente das figuras 2 e 3 (A e B) de instituições governamentais, foram elaboradas para um “domínio particular”, ligadas a uma empresa (4 – A) e a um município em específico (4 – B), disponibilizadas na web, onde o usuário pode fazer o download de informações espaciais restritas, existentes nos mapas acessados, por meio da ativação de camadas já processadas. Todavia, assim como os anteriores, estes sites permitem ao usuário a manipulação das escalas de forma variável, onde, dependendo do uso final, é possível chegar a visualização das ruas e bairros de uma cidade.

Nesse caso, a abrangência regional do produtos cartográfico vai depender do elaborador do produto, por meio de múltiplas escalas, como se pode verificar no acesso à figura 4 – A.
Figura 4: A – ArcGIS Explorer On-line   /  WEBGIS – SIT - Prefeitura Municipal de Ponta Grossa. Fonte: A - http://explorer.arcgis.com/  / B - http://geo.pg.pr.gov.br

No caso da figura 4 – B, a empresa responsável também comercializa um software comercial de geoprocessamento amplamente conhecido pelos profissionais de cartografia, o ArcGIS. No site existem mapas atrativos que foram compilados a partir de fontes de dados disponíveis na internet.

Esses dois produtos, de manipulação simples, possuem diversos atributos que os qualificam para o trabalho em sala de aula, onde os alunos, além de aprenderem a ler mapas elaborados de diversas regiões do planeta, serão capazes de criar seus próprios mapas; saindo da manipulação do croqui no papel, para a geração de um produto cartográfico na prática, onde os discentes poderão criar ou ler vários mapas prontos para análise, bem como gerar novos vetores (ponto, linha e polígono) ou importar arquivos matriciais para a visualização posterior.

A figura 5 apresenta o que é, atualmente, o WebGIS mais divulgado, o Google Earth, que possibilita os usuários analisarem os mais diversos lugares do planeta, observando imagens de sensores remotos de altíssima resolução espacial (com até 0,5 m. de resolução), onde se pode distinguir os mais variados objetos na superfície da Terra, desde pontes, casas, ruas, até carros e outros elementos, que antes eram impossíveis de serem visualizados nas chamadas “imagens de satélite” com baixa resolução espacial, ou seja, devido a capacidade de distinção dos objetos ser limitada, onde somente se diferenciava os grandes objetos e regiões.
 
Figura 5: Tela de Visualização do Google Earth. 
Fonte: http://www.google.com/intl/pt-PT/earth/index.html
Para o seu uso, o educador ou estudante tem acesso gratuito a versão básica, disponível para download na web, onde há a possibilidade de manipulação e criação de produtos cartográficos baseados nos arquivos matriciais (imagens de sensores remotos) e nos arquivos vetoriais (ponto, linha e polígonos), dispostos em camadas ou layers, que podem ser ativados conforme o interesse do usuário, com a possibilidade de imprimir ou salvar o cartograma criado.

Alguns autores (SILVA; CHAVES, 2011; ANDRADE; MEDINA, 2007), relataram suas experiências no uso deste aplicativo em sala de aula e observaram que a utilização dessa ferramenta estimula o interesse do alunado, facilitando o ensino das disciplinas escolares:

O programa permite navegar por imagens de satélite de todo o planeta, girar uma imagem, marcar e salvar locais, medir distâncias entre dois pontos e ter uma visão tridimensional de uma determinada localidade. Além do programa gratuito, possui mais três versões pagas que além de serem mais rápidas possuem mais funções e recursos
(...) que põem a disposição dados geográficos de todo o planeta (ANDRADE, e MEDINA, 2007, p. 03)
No Google Earth a atualização das informações espaciais é esporádica e não é realizada de forma uniforme, ou seja, quando existe uma imagem disponível de uma cidade do ano de 2011, não significa que todo o mosaico de imagens de outras cidades do mundo também seja deste ano, mas sim de anos anteriores, obedecendo a clausulas contratuais da empresa Google com os proprietários dos sensores. Sendo que esse aplicativo permite criar arquivos vetoriais em formato .kml, que pode ser convertido para outros formatos (.shp, por exemplo) e trabalhados em outros softwares que utilizam essas extensões.

Quanto a abrangência do produto cartográfico – a escala, que pode ser visualizado com o uso desse WebGIS, é importante adaptar ao assunto tratado em sala (mundial, regional ou local), e atrelar seu uso a realidade do aluno, mostrando sua cidade, rua e até sua casa. Assim, o uso dessas ferramentas só vem a incrementar o trabalho docente, otimizando aquelas aulas que pareciam estáticas ou desinteressantes, em que o alunado não visualizava a real necessidade de aprender o assunto ensinado.

Com os WebGIS que foram apresentados neste texto, sendo que ainda existem muitos a serem vistos, essa dinâmica mudará, e as aulas passarão a ter mais um atrativo para o aprendizado, possibilitando, tanto a capacitação contínua do educador, quanto o descobrimento de novos lugares, culturas e tecnologias pelos os alunos. 

Análise Geral

A internet vem se mostrando como o meio mais eficaz de divulgação já criado, com novas possibilidades de interação entre os usuários, sendo elaboradas e disponibilizadas diariamente novos meios de socialização (como o orkut, facebook, geoconnect people, etc), em que os WebGIS e outras ferramentas em meio digital devem ser inseridas como mais uma opção para dinamizar as aulas, não somente de geografia, mas também de todas as disciplinas que tem no espaço geográfico seu principal objeto de estudo, onde, os mapas, globos, tabelas, músicas, gráficos, etc, possam ser inseridos para tornar mais agradável/atraente o processo de ensino-aprendizagem.

Espero ter contribuído na leitura e entendimento dos mapas e do WebGIS com este post. Desejo a todos boa sorte na busca pelo entendimento do mapa e espero que continuem lendo nossas contribuições.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALMEIDA, R. D.; PASSINI, E. Y. O espaço geográfico: Ensino e representação. 12 ed. São Paulo: Contexto, 2002.

ANDRADE A. F; MEDINA S. da S. S. O uso de imagens de satélite do Google earth como recurso didático para o ensino de projeções de coberturas. In: Anais do Graphica 2007. VII International Conference on Graphics Engineering for Arts and Design e 18º Simposio Nacional de Geometria Descritiva e Desenho Técnico. Curitiba-Paraná, 2007.

COSME, António. Projeto em sistemas de informação geográfica. Lisboa: Lidel, 2012.

MOURA L. M. C; Uso de linguagem cartográfica no ensino de Geografia: Os mapas e Atlas digitais na sala de aula. Paraná, 2008. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/arquivos/File/conteudo/artigos_teses/2010/Geografia/cartografia/uso_atlas_google.pdf. Acesso em: Dezembro de 2011.

SANTANA, S. A. Modelagem de comunicação em WebGis para a difusão de dados geográficos e promoção da análise espacial. Belo Horizonte: UFMG, 2009. (Dissertação de mestrado apresentada no Programa de Mestrado em Análise e Modelagem de Sistemas Ambientais).

SILVA, A. P. A.; CHAVES, J. M. Utilização do Google Maps e Google Earth no ensino médio: estudo de caso no Colégio Estadual da Polícia Militar-Diva Portela em Feira de Santana-BA. In: Anais do XV Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto - SBSR, Curitiba, PR, Brasil, 30 de abril a 05 de maio de 2011, INPE, p. 3220 – 3226.

SCHIMIGUEL, J.; et al. Investigando Aspectos de Interação em Aplicações SIG na Web voltadas ao Domínio Agrícola. In: Anais do VI Simpósio sobre Fatores Humanos em Sistemas Computacionais — Mediando e Transformando o Cotidiano. Hotel Bourbon, Curitiba, 17 a 20 de outubro de 2004. UFPR, CEIHC—SBC.

Curso de QGIS em Belém (PA) com desconto para estudantes

Nos dias 30 e 31 de agosto de 2014 estarei em Belém do Pará ministrando curso básico de QGIS.

O QGIS é um Sistema de Informação Geográfica (SIG) de Código Aberto licenciado segundo a Licença Pública Geral GNU. Funciona em Linux, Unix, Mac OSX, Windows e Android e suporta inúmeros formatos de vetores, rasters e bases de dados e funcionalidades.

O QGIS disponibiliza um número de funcionalidades em constante crescimento através das funções de base e de plugins (complementos). Você pode visualizar, gerir, editar, analisar dados, e criar mapas para impressão.
O curso destina-se a profissionais e estudantes de nível superior, técnico ou ensino médio que atuam em áreas que utilizem dados geográficos em SIG e/ou pessoas que queiram iniciar no mundo do geoprocessamento.
Curso em Belém (PA) com desconto para estudantes

Está aberta as inscrições para curso de QGIS em Belém - PA. As vagas são LIMITADAS.

Para estudantes de nível técnico e graduação terão 20% de desconto, ou seja, R$ 280,00 em até 6x sem juros! E mais, com 6,61% de desconto para pagamentos à vista deste valor.

Estudantes, solicitem seu orçamento: cursos@geoluislopes.com

Detalhes do curso
Data: 30 e 31 de agosto de 2014

Local: Beira Rio Hotel (próximo a UFPA)
Avenida Bernardo Sayão, 4804
Guama, Belém - PA

Investimento: R$ 350,00 no PagSeguro
  • Parcele em até 6x sem juros
  • Para pagamentos à vista, oferecemos desconto de 6,61% 
Carga horária: 16h (sábado e domingo)

Importante: ter noção de informática e leve seu notebook! Curso sujeito a formação de quórum!


O certificado do curso será entregue ao final do evento. Nosso curso enquadra-se como "formação inicial e continuada ou qualificação profissional" (Lei 9.394/96), comumente chamado como "curso livre". Certificado emitidos de cursos livres tem validade legal! 

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Livro "Topografia Geral" disponível para download gratuito

O livro Topografia Geral está disponível para download gratuito! A Editora Universitária da UFRPE (Universidade Federal Rural de Pernambuco) é que está disponibilizando.

Acesse ao site da Editora e faça já seu download: clique aqui
 
Capa do livro Topografia Geral.
Os autores do livro são: José Machado Coelho Júnior, Fernando Cartaxo Rolim Neto e Júlio da Silva C. O. Andrade.

O livro está dividido em 2 partes, Planimetria e Altimetria, perfazendo um total de 16 capítulos, como mostra a figura abaixo:

Sumário do livro Topografia geral

Em nome de toda a comunidade, agradecemos a disponibilização deste livro. Mais uma fonte de estudo! Parabéns a Editora e aos autores pela obra!

Boa leitura a todos!

Dinamica EGO: software para modelagem de dinâmica ambiental

Cada dia vejo a importância do "Dinamica EGO" para modelagem ambiental. Passei a conhecer um pouco mais após minha esposa, Carla Montenegro, manusear o software em seu trabalho. É uma ferramenta bastante robusta e requer conhecimento em modelagem de dinâmica ambiental.

O software está na versão 2.4. No site do projeto está disponível links para download (após breve cadastro), links para lista de discussão com a própria equipe do software, algumas publicações, aplicações, guia prático, além de informações para contatos.


A equipe responsável pelo projeto é composta por: Britaldo Silveira Soares Filho; Bruno Morais Ferreira; Danilo da Silveira Filgueira; Hermann Oliveira Rodrigues; Letícia de Barros Viana Hissa; Letícia Santos Lima; Rômulo Fernandes Machado; e William Leles Souza Costa .

Logo do projeto Dinamica EGO (extraída do Wiki do projeto)
O texto abaixo foi extraído do "Guia prático do Dinamica EGO" e do próprio site do projeto.

O software Dinâmica EGO, acrônimo para Environment for Geoprocessing Objects (ambiente para objetos geoprocessáveis), está em constante aprimoramento. Dinamica EGO é gratuito e vem com um guia muito abrangente, ajuda, exemplos de modelos e conjuntos de dados. Estas são as razões pelas quais Dinamica EGO tem cada vez mais chamado a atenção de muitos estudantes, pesquisadores e outros profissionais em todo o mundo, que têm vindo a aplicar este freeware com vários estudos de modelagem.
"Nosso objetivo é desenvolver ferramentas e métodos a serem aplicados a uma variedade de estudos de dinâmica da paisagem e modelagem ambiental e disseminar livremente essa nova tecnologia para estudantes e pesquisadores interessados ​​na sua utilização. 
A maior diferença entre os outros modelos de mudança de uso da terra Dinamica EGO (EGO significa Ambiente para Objetos Geoprocessáveis) e, como CLUE-S, GEOMOD e Land Change Modeler - os dois últimos disponíveis em IDRISI, é que Dinamica EGO não é apenas um modelo de mudança do uso da terra, mas uma plataforma de modelagem ambiental.

O ambiente de software, escrito em C++ e Java, tem uma série de algoritmos chamado functors. Cada functor executa uma operação. Nós implementamos os algoritmos mais comuns espaciais de análise disponíveis no SIG comercial (Geographic Information System), além de uma série de algoritmos especialmente desenvolvidos para simulações espaciais, incluindo funções de transição e de calibração e métodos de validação.

Com a ajuda de sua interface gráfica, é possível criar modelos simplesmente arrastando e conectando functors via seus portos, cada um dos quais representa um conector para um elemento de dados, como um mapa, uma tabela, uma matriz, uma expressão matemática, ou um constante. Assim, os modelos podem ser concebidos como um diagrama, cuja execução segue uma corrente de fluxo de dados.

Interface gráfica do Dinamica EGO (extraída do site oficial)
O laboratório CSR, na UFMG, possui um programa para visitas de estudantes. Para mais informações entre em contato com a equipe através do email: dinamica@csr.ufmg.br

Dinamica EGO Copyright
Copyright(c) 1998-2009 Centro de Sensoriamento Remoto / Universidade Federal de Minas Gerais - Brazil. Todos os direitos reservados. 

Texto extraído em:
Site oficial do projeto Dinamica Ego: http://www.csr.ufmg.br/dinamica/
Guia prático do Dinamica em Português, disponível neste link.


Download do catálogo de livros de geografia da Cultura Acadêmica

"CULTURA ACADÊMICA é o segundo selo da Fundação Editora da UNESP, cujo selo central é o EDITORA UNESP, que existe desde 1987 e tornou-se marca já consagrada com um catálogo que a caracteriza como editora universitária de destaque junto ao leitor brasileiro e ibero-americano."
"Sintonizada com as tecnologias da textualidade eletrônica e também com a transmissão gratuita de conhecimento gerado nas pesquisas da universidade pública, a Coleção PROPG-DIGITAL é também a primeira experiência da Fundação com o livro digital e será importante laboratório de novas iniciativas nesta área que conquista gradualmente seu lugar no imenso universo de possibilidades da publicação e da leitura acadêmica."
Catálogo de Geografia

Neste link (http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-item.asp) você terá acesso a seção de catálogo. Logo após, clique em geografia no menu do lado esquerdo e boa leitura a todos!

O catálogo de geografia da Cultura Acadêmica conta com 18 livros. A maioria deles encontra-se disponível para download de forma gratuita (apenas 4 são pagos, mas, mesmo assim, bastante acessíveis variando de R$ 21,00 a R$ 44,00).

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Salvar projeto de forma automática no QGIS



Provavelmente você já se deparou com a seguinte situação: fechar o QGIS e, no impulso, não salvar o projeto e perder as modificações de seu projeto e/ou edições feitas em algumas camadas. O ideal é salvar seu projeto a cada modificação feita ou ao final de um trabalho.


O plugin (complemento) "AutoSaver" tem como principal objetivo salvar automaticamente seu projeto no QGIS e camadas em modo de edição. O complemento foi desenvolvido por Enrico Ferreguti e está na versão 1.0

Instalando o AutoSaver

Para instalar o complemento siga Complementos > Gerenciar e instalar complementos....

Na janela Gerenciador de Complementos (Figura 1), clique na aba "Obter mais". Selecione o campo buscar digite "autosaver" (sem aspas) e clique em "Instalar complemento".

Figura 1. Instalando complemento AutoSaver
Configuração do AutoSaver
Após a instalação, perceba que o ícone que representa o AutoSaver é o mostrado na figura 2.  Você pode clicá-lo para abrir a janela de configuração ou através do caminho Complementos > autoSaver > auto save current project.

Figura 2. Ícone do complemento AutoSaver

A janela autoSaver é bem simples e prático, como mostra a figura 3. O interessante é determinar o intervalo (em minutos) para salvar deu projeto de forma automática. 

Figura 3. Interface do complemento autoSaver
O autor do complemento mantém um blog para divulgar nossas versões e receber possíveis erros e bugs para correções. Visite: http://geogear.wordpress.com/

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Curso de QGIS 2.4 em Belém do Pará

Nos dias 30 e 31 de agosto de 2014 estarei em Belém do Pará ministrando curso básico de QGIS 2.4

O QGIS é um Sistema de Informação Geográfica (SIG) de Código Aberto licenciado segundo a Licença Pública Geral GNU. Funciona em Linux, Unix, Mac OSX, Windows e Android e suporta inúmeros formatos de vetores, rasters e bases de dados e funcionalidades.

O QGIS disponibiliza um número de funcionalidades em constante crescimento através das funções de base e de plugins (complementos). Você pode visualizar, gerir, editar, analisar dados, e criar mapas para impressão.
O curso destina-se a profissionais e estudantes de nível superior, técnico ou ensino médio que atuam em áreas que utilizem dados geográficos em SIG e/ou pessoas que queiram iniciar no mundo do geoprocessamento.
Curso em Belém - Pará

Está aberta as inscrições para curso de QGIS 2.2 em Belém - PA. As vagas são LIMITADAS, então garanta já a sua!
Data: 30 e 31 de agosto de 2014

Local: Beira Rio Hotel (próximo a UFPA)
Avenida Bernardo Sayão, 4804
Guama, Belém - PA

Investimento: R$ 350,00 no PagSeguro
  • Parcele em até 6x sem juros
  • Para pagamentos à vista, oferecemos desconto de 6,61% 
Carga horária: 16h (sábado e domingo)

Importante: ter noção de informática e leve seu notebook!


O certificado do curso será entregue ao final do evento. Nosso curso enquadra-se como "formação inicial e continuada ou qualificação profissional" (Lei 9.394/96), comumente chamado como "curso livre". Certificado emitidos de cursos livres tem validade legal! 

Gostaria deste curso em sua cidade? Podemos formar parceria! Entre em contato e saiba como ganhar um dinheiro extra levando o curso de QGIS 2.2 para sua cidade!

Trabalhando com Favoritos Geoespaciais no QGIS



Olá pessoal,

Imagine trabalhar com uma área de grande extensão geográfica? E que constantemente você precisa navegar por diversas regiões? Hoje mostraremos como otimizar esta navegação e ganhar agilidade nos trabalhos. Trata-se da ferramenta Favoritos Geoespaciais.


Favoritos Geoespaciais "permite que você 'marque' uma localização geográfica e volte a ela mais tarde." (QGIS, 2014). Esse procedimento é análogo a favoritar um página de internet. Neste caso, irá favoritar uma região de interesse.

Criando Favoritos Espaciais

Aproxime na área de interesse e siga o caminho em Exibir > Novo Favorito (Figura 1) ou atalho Ctrl + b.

Figura 1. Criando Favoritos Espaciais
A janela Favoritos Geoespaciais irá abrir. Na coluna "Nome" escreva o nome deste favorito, de sua preferência (ou nome da região aproximada), e clique em "Fechar" (Figura 2).

Figura 2. Janela Favoritos Geoespaciais

Aproxime outras áreas de interesse e repita o processo descrito acima. Você poderá ter diversos Favoritos e até com mesmo nome.

Gerenciando Favoritos Geoespaciais

Para gerenciar, visualizar e aproximar seus favoritos siga o caminho Exibir > Mostrar Favoritos (Figura 3) ou atalho Ctrl + Shift + b.

Figura 3. Gerenciar Favoritos Geoespaciais

Nesta seção você poderá excluir, adicionar novos favoritos e aproximar um favorito já salvo, como mostrado na figura 4.

Figura 4. Gerenciando Favoritos Espaciais

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