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SR Geo Concursos

Material de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto específicos para concursos públicos

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Convert PDF to AutoCAD

Converta arquivos em PDF para .dwg e .dxf online.

Quantum GIS: Open layer plugin

Trabalhe com o Google Earth diretamente no Quantum GIS.

Converter PDF para AutoCAD (.dwg e .dxf) online

Olá pessoal,

Quem trabalha com CAD tem uma opção interessante disponível: converter arquivos .pdf em .dwg e .dxf de forma online.


Ainda de conversões para AutoCAD, o site oferece teste de 7 dias do software Able2Extract 8 para conversão do PDF para Word, Power Point, Publisher, etc... 

O software tem versões para Windows, Mac e Linux. Vale a pena testar!

Nós somos afiliados do site "Cursos 24 horas" e disponibilizamos cursos online de AutoCAD 2D e 3D. Estes cursos custam apensas R$ 60,00 cada. Aproveite!



Material de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto específicos para Concursos Públicos

Dois mestres em geotecnologias, um geólogo e um geógrafo, resolveram criar uma empresa, a SR Geo Concursos, que tem como principal portfólio a elaboração de e-books e materiais específicos (apostilas) sobre geoprocessamento e sensoriamento remoto voltados para concursos públicos

Concurseiros que têm dentre suas matérias de estudo os temas de Geo e SR, agora tem um local para comprar suas apostilas sem perder tempo além de contar com a consultoria dos dois profissionais para eventuais recursos para as provas feitas.

Os materiais criados por eles e comercializados no site www.srgeo.inovebooks.com.br contém conceitos aprofundados sobre o tema além de diversas questões de concursos públicos, resolvidas e comentadas das mais variadas bancas (ESAF, CESPE, CESGRANRIO...). 


Para saber mais sobre esta grande "sacada" basta acessar o site da SR Geo Concursos (conforme mencionado acima) ou enviar e-mail para srgeoconcursos@gmail.com

E bons estudos!

Introdução ao ArcGIS: conceitos e comandos

Olá pessoal,

Fazendo buscas pelas pastas de meu notebook, deparei-me com a apostila (muito boa por sinal!) elaborada por Renato Prado dos Santos intitulada: Introdução ao ArcGIS: conceitos e comandos, de 2009.

A apostila é baseada na versão 9.x, mas mesmo assim, sabendo que o software atualmente está na versão 10.x, muitas das funcionalidades podem ser ainda aplicadas. A diferença entre versões não será obstáculo.



A apostila aborda desde a estrutura e características do ArcGIS até produção de mapas. Vale a pena conferir.

Dica de livro

Sobre o autor:

Renato Prado dos Santos é: 
  • Engenheiro Ambiental de formação pela UFT; 
  • Especializado em Geoprocessamento (UnB); e 
  • Mestre em Política e Gestão Ambiental (UnB). 


Promoção do 5º aniversário do blog geoLuisLopes: PARTICIPE! [Finalizado]

# Resultado do sorteio # 


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Olá pessoal,

Hoje, 25 de abril de 2013, este blog completa 5 anos de atividade, e é o leitor que ganha o presente (vale o clichê rs)!



Neste aniversário, o blog está lançando uma super promoção para você. A promoção é patrocinada pela Belém GPS e o prêmio é uma Bússola Image. 


Esta promoção sorteará 1 (um) leitor do blog que possua conta no twitter.

O prêmio:

A Bússola Image é ideal para para trabalhos em campo. Abaixo, as características:

  • Possui modelo mapa com base acrílica
  • Uma mini lente de aumento para fácil leitura de mapas e indicações
  • Líquido estabilizador para maior rapidez e precisão na leitura da indicação
  • Régua para auxiliar o cálculo de distâncias; 
  • Espelho na tampa de proteção para facilitar a navegação e também servir como sinalizador em caso de emergências.

 













Regulamento

O sorteio será realizado para leitores que possuem perfil no twitter e NÃO É OBRIGADO a seguir os perfis @geoluislopes ou @BelemGPS

Para participar basta retuitar ou copiar e colar a seguinte frase no twitter:

#geoLuisLopes5anos | O site @geoluislopes completa 5 anos e @BelemGPS sorteia 1 Bússola Image. RT e participe! http://kingo.to/1gO5

Todos os retuítes, manuais ou automáticos, são contados desde que contenham o link kingo.to e a mensagem original em sua composição.

Algumas observações:
  1. O sorteio será dia 06.05.2013
  2. O participante da promoção deve residir no Brasil.
  3. A participação é voluntária e gratuita.
  4. Divulgado o resultado, o vencedor será informado via twitter e deverá fornecer email para contato.
  5. A data do sorteio pode ser alteradas caso seja necessário.
  6. Perfis exclusivos para divulgação de promoções serão desclassificados.
Participe!

Lançado o Geoportais: sítio de geoportais portugueses

Olá pessoal,

É sabido que este blog é brasileiro e, consequentemente, temos grande audiência em países lusófonos, principalmente em Portugal (agradeço muito por isto!). Então, gostaria de compartilhar o lançamento do Geoportais.

Nagevando por redes sociais e grupos de e-mails, tomei conhecimento do lançamento do Geoportais, que nada mais é que um diretório de apontadores para geoportais portugueses.


O Geoportais consiste em agregar ao máximo sites ou aplicações online, com infomações geográficas, que atendam ao usuário final as suas necessidades. É uma grande ideia!

Os responsáveis do Geoportais chamam atenção para usuários que conheçam outros geoportais não listados que acrescentem a lista. Para isto, há um formulário disponível.

No site há 4 maneiras de contribuir como projeto:

  1. Divulgando o sitio a conhecidos interessados. 
  2. Inserindo Geoportais não listados, a partir do formulário: Inserir Geoportal 
  3. Enviando sugestões e comentários, no Fórum de discussão 
  4. Contatando-nos, pelo formulário: Contate-nos
O Geoportais é um sitio integrado num estudo em curso na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, da responsabilidade de Ricardo Pinho e José Alberto Gonçalves
 

O mapa e a explicação do espaço geográfico

Saudações a todos!

Inicio mais um post objetivando discutir sobre a importância dos mapas na explicação e entendimento do espaço geográfico. Nesse texto, falaremos rapidamente sobre o uso das geotecnologias nos dias atuais; suas potencialidades e formas de divulgação textual e base de dados para os usuários que estão se capacitando nessas ferramentas diariamente.

Nas últimas décadas a análise geográfica passou por uma série de transformações, notadamente com relação às técnicas de elaboração e representação espacial, com ênfase para os progressos alcançados com o uso de computadores e os avanços na coleta de informações espaciais, por meio de sensores remotos.

Nesse sentido, é importante analisar os processos de mudanças na arte/técnica/ciência/disciplina cartográfica, considerando as novas (geo)tecnologias e as transformações que o homem vem imprimindo no espaço geográfico nos últimos anos.
Entretanto, ao lembrarmos das relações que se processam na sociedade é necessário, também, observarmos a atividade dos profissionais que se atém a ensinar como o espaço geográfico é ocupado e como as relações entre os indivíduos interferem na configuração das paisagens.

O conceito de geotecnologias (sensores remotos, os Sistemas Globais de Navegação por Satélite – GNSS, aplicativos de geoprocessamento, Sistemas de Informações Geográficas – SIG, etc), se apresentam na atualidade como importantes ferramentas para a produção da "geoinformação", ou seja, para a geração e manipulação de informações espacializadas, oriundas de técnicas de interpretação visual de imagens, visitas em campo e manipulação computacional de fenômenos e objetos espacializados, existentes no espaço geográfico.

Sendo que, essas ferramentas facilitam a elaboração dos produtos cartográficos, agilizando a coleta de dados, otimizando a manipulação das informações espaciais adquiridas e divulgando mais rapidamente os produtos cartográficos que são construídos.

Essa evolução na elaboração dos produtos cartográficos, também disponíveis na internet, acompanha o progresso das atividades humanas que se desenvolvem nas questões de ordenamento e gestão territorial na atualidade.
 
Contudo, é cada vez mais evidente que as formas de se ensinar sobre a ocupação do espaço geográfico devem se beneficiar dessas “novas” ferramentas cartográficas, pois as modificações que se desdobram no espaço não podem ser desconsideradas na atividade docente, como se vê nas figuras a seguir, que mostram obras humanas, cada vez mais comuns, e que podem ser visualizadas do espaço e são frutos da intervenção do homem em seus locais de moradia, que também carecem de representação cartográfica.
Figuras 01 - A e B: Condomínios em DubaiFonte: http://migre.me/8W5iI
Com o avanço nas tecnologias de ocupação e ordenamento dos territórios, surgem novas formas, cada vez mais impactantes e evidentes no espaço geográfico. Fato que não acontecia em tempos anteriores, onde a tecnologia rudimentar não possibilitava ao Homem daquele momento, com tanta frequência como se observa nos dias de hoje, a construção de objetos tão grandiosos como da figura 01. 

Isso demonstra também a necessidade de representação desses novos objetos, que são criados diariamente e que refletem no surgimento de sites especializados na divulgação da informação espacial, como o Google Earth, Eye on Earth, Google Maps, entre outros.



Outro exemplo de como a cartografia e suas ferramentas "geotecnológicas" vem sendo utilizadas de forma cada vez mais comum, vemos na próxima figura, que representa a espacialização de fenômenos criminais no ano de 2010, em bairros do município de Marituba, no estado do Pará, Brasil. 

Esse tipo de produto, e outros desse gênero, estão sendo gerados com mais frequência, não apenas em setores de segurança, saúde e ordenamento urbano, mas também na área educacional, onde os computadores e os aplicativos de geoprocessamento (que podem ser gratuitos, ou OpenGIS) estão cada vez mais acessíveis aos usuários, sejam geógrafos ou não. 

Isto é, atualmente a elaboração do mapa depende, principalmente, apenas da disponibilização dos dados pelos órgãos competentes, no caso da figura 02 (clique na imagem para ampliar), dados cedidos pela Polícia Militar do Estado do Pará.

Figura 02: Mapa de intensidade de porte ilegal, tráfico de drogas e homicídio, no município de Marituba – 2010

Esses e outros exemplos de modelos de mapas estão disponíveis com cada vez mais intensidade na internet. São amostras de trabalhos que utilizam a cartografia digital e que podem ser replicados em outros lugares, por outros profissionais e que são adaptados à realidade docente que, dependendo do assunto, trará novos questionamentos para o debate em sala de aula. 

Na atualidade, a justificativa de "não saber fazer" tem cada vez menos sentido, uma vez que existem, acompanhando o avanço de elaboração e divulgação dos softwares de geoprocessamento, diversas revistas (FOSSGIS, MundoGeo, Conhecimento Prático: Geografia, etc), sites (INPE, SISCOM/IBAMA, IBGE, etc) e blogs (GaptaUFPA, geoLuisLopes, Sadeck Geotecnologias, etc), que discutem como “montar” esses produtos, por meio de tutoriais, artigos e manuais de elaboração.

Assim, a questão do uso de ferramentas de geoinformação está intimamente ligada à necessidade de espacializar os fenômenos e os processos de territorialização no espaço geográfico, por meio do uso de equipamentos computadorizados e de técnicas cartográficas que têm surgido nos últimos anos, desde o GNSS ao uso de sensores de altíssima resolução espacial; pois os fenômenos sobre a superfície de Terra refletem na produção de informações sobre um determinado local, que são passíveis de serem visualizados na tela de um computador. 



Dessa maneira, a representação da Terra e de seus objetos, são produto e matéria-prima do que acontece na superfície, onde todas as informações obtidas passam a ser atualizadas constantemente, criando novos dados e informações que estão sendo revisadas esporadicamente e que geram novos objetos na superfície terrestre, que refletem na elaboração de mapas atualizados com maior frequência.

Todavia, é importante que antes de elaborarmos um mapa – ou outra representação espacial, devemos saber qual será o uso para este produto e quais os usuários que utilizarão o produto cartográfico criado. As possibilidades são grandes: monitoramento ambiental, segurança pública, transportes, manejo de recursos naturais, análises espaciais urbanas, etc. 

A complexidade que o mapa terá dependerá, principalmente, de algumas especificidades: 

  1. Da formação escolar, isto é, da especialidade do mapeador (biólogo, geólogo, geógrafo, engenheiro, etc);
  2. Das ferramentas (geo)tecnológicas (softwares e hardwares) disponíveis para a elaboração do mapa; 
  3. Do fenômeno ou objeto que está sendo representado (base de dados) e;
  4. Da capacidade de leitura e entendimento dos usuários, pois os mapas elaborados não são feitos para o mapeador ler, mas sim para um público-alvo de usuários, que tem necessidades especificas, estes últimos devem estar preparados para ler os mapas disponíveis, segundo o seu nível cognitivo (idade, grau de escolaridade, experiência de vida, etc).

Espero ter contribuído na leitura e entendimento dos mapas com este post. Desejo a todos boa sorte na busca do “mapa perfeito”, mesmo sabendo que jamais representaremos fielmente em uma folha de papel ou tela do computador o que vemos na realidade.

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Mais informações do mapa em: ALVAREZ, Wellington de Pinho. Geografia e segurança pública: Violência, pobreza e a criminalidade, o uso de sistema de informações geográficas na detecção do crime no município de Marituba. Belém: FCG/UFPA, 2011 (Trabalho de conclusão de curso de graduação em Geografia).

Imagem realiza seminário sobre geoprocessamento em parceria com a USP

Imagem, líder no mercado de Sistemas de Informações Geográficas na América Latina, promoverá o Seminário Geoprocessamento como Plataforma de Gestão do Território Urbano, organizado pela Escola Politécnica da USP (Poli). O evento acontece no dia 11 de abril, das 8h30 às 11h30, no Auditório Francisco Romeu Landi – Escola Politécnica, Prédio da Administração (Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, 380, Cidade Universitária), em São Paulo (SP).


O objetivo do seminário é apresentar as principais tendências das aplicações de ferramentas de geoprocessamento para monitoramento em Gestão do Território Urbano por meio de Inteligência Geográfica. Além de expor as diversas abordagens dos Sistemas de Informações Geográficas na Nuvem e Infraestruturas de Dados Espaciais em temas atuais relacionados à Eficiência Administrativa; Infraestrutura de Dados Espaciais; Gestão de Políticas Públicas e Programas Governamentais; Investimentos em infraestrutura; Centros de Operações e Transparência Pública.

O seminário é voltado para os gestores do governo municipal de São Paulo, assim como professores universitários e alunos de pós-graduação e tem como destaques a participação do Dr. José Sidnei Colombo Martini, Coordenador do Campus da USP-Capital, e do Dr. Tomas Cortez Wissenbach, Diretor do Departamento de Estatística e Produção de Informação – DIPRO Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano da Prefeitura Municipal de São Paulo.

São esperados mais de 250 participantes, entre estudantes, professores, pesquisadores e gestores da Prefeitura de São Paulo. Essa é mais uma iniciativa da Imagem, que assumiu este ano o compromisso de investir na realização de eventos voltados para fomentar o conhecimento e apresentar as vantagens do GIS aplicado ao setor de Educação, por entender a Geografia como ciência essencial na compreensão do mundo. 

Por ser uma das maiores cidades do mundo, São Paulo apresenta grandes desafios para seus gestores. Neste evento, queremos fomentar o debate em torno de uma gestão pública cada vez mais inteligente para a cidade de São Paulo, apoiada em uma plataforma de Inteligência Geográfica atual”, comenta Lucio Graça, Diretor da Imagem. 

Serviço:


Agenda: Acesse pdf


Público alvo:

- Gestores do Governo Municipal de São Paulo

- Professores universitários e alunos de pós-graduação


Data: 11 de abril de 2013


Horário: 8h30 às 11h30


Local: Auditório Francisco Romeu Landi – Escola Politécnica – Prédio da Administração. Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, 380, Cidade Universitária, São Paulo.


Inscrições pelo link